sexta-feira, 18 de setembro de 2009

ETERNAMENTE EM NOSSOS CORAÇÕES


Elisa,

Você nos ensinou maneiras de sentirmos útil neste mundo caótico. Demonstrando motivos da não desistência dos nossos sonhos, lutando em prol do alcance de seus objetivos com bastante garra e determinação. Te amamos, para sempre ANJINHO.

10-09-2009




Agradecemos a Deus, por ter nos concedido à benção e esta magnífica oportunidade de convivermos contigo.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

Alunos desenvolveram trabalhos sobre a família.

No mês de maio foi desenvolvido dentro do Projeto Sociedade Goiana de Inclusão da Superintendência da Educação Especial o Projeto "Educação e Família(s): caminhos para a cidadania". Os professores trabalharam com a confecção de livrinhos e redações que foram expostos no mural para apresentação a comunidade escolar.

sábado, 6 de junho de 2009

Educação e Família (s): Caminhos para a cidadania.

No dia 30/05/2009. Na reunião da "Escola de Pais" foi feito o fechamento do Projeto "Educação e Família (s): caminhos para a cidadania". A professora de recursos Aparecida, as professoras de apoio Leide e Vera Lúcia e a intérprete Dayane apresentaram juntamente com os alunos João Paulo, Rebeca, Renata, Isabella, Ana Karla, Gleidson, Amanda, Thymóteo e Elisa um teatro com o tema "Bolha invisível", que retrata a importância da união "família e escola".


A importância da parceria família e escola

A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.

Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.

Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes. Como sugestões seguem abaixo alguns deles:

Família

• Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes;

• Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola;

• Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea;

• Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização;

• Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.

Escola


• Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia;

• Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo;

• Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda;

• Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;

• É de extrema importância que a escola mantenha professores e recursos atualizados, propiciando uma boa administração de forma que ofereça um ensino de qualidade para seus alunos.

A parceria da família com a escola sempre será fundamental para o sucesso da educação de todo indivíduo. Portanto, pais e educadores necessitam ser grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano.

sexta-feira, 5 de junho de 2009


A Educação Inclusiva preconiza que todos os alunos, independente de sua condição orgânica, afetiva, sócio-econômica ou cultural, devem ser inseridos na escola regular, com o mínimo possível de distorção idade-série. Entre os grupos do sistema regular de ensino, beneficiados pela Educação Inclusiva, destacam-se os portadores de necessidades educacionais especiais - deficiências sensoriais (auditiva e visual), deficiência mental, transtornos severos de comportamento ou condutas típicas (incluindo quadros de autismo e psicoses), deficiências múltiplas (paralisia cerebral, surdocegueira, e outras condições) e altas habilidades (superdotados).

Inclusão não significa promover a adequação ou a normalização de acordo com as características de uma maioria e sim, a um significado de fazer parte, conviver e não se igualar. Viva a Diferença!!!


Subsecretário Metropolitano de Educação - Professor Dalson Borges Gomes

O Colégio da Polícia Militar de Goiás - Ayrton Senna conta com os seguintes quantitativos de profissionais da área da Inclusão:


Professora de Recursos: Aparecida de Fátima

Intérprete: Dayane Pereira Peixoto

Professoras de Apoio: Leide Maria de Lima Peixoto

Vera Lúcia Caetano de Brito Rodrigues



Língua de Sinais

As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas. Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.

LIBRAS, ou Língua Brasileira de Sinais, é a língua materna dos surdos brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade.

A Lingua Brasileira de Sinais foi aprovada pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002.



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“É impossivel para aqueles que não conhecem a língua de sinais perceberem sua importância para os surdos, sua enorme influência sobre a felicidade moral e social dos que são privados da audição e sua maravilhosa capacidade de levar o pensamento a intelectos que de outra forma ficariam em perpétua escuridão. Enquanto houver dois surdos no mundo e eles se encontrarem, haverá o uso de sinais.” (J. Schuylerhong)